Módulo 6 · Launch Academy · Playbook do operador · operar o Alembic como produto Appfy
Alembic Launch Academy · Módulo 6 · Visual Course

Playbook do operador

Ao fim desta lição você vai conduzir uma semana inteira de operação do Alembic como produto da Appfy — segunda mede a saúde do motor, terça revisa sinais, quarta decide as apostas de CEO, quinta executa engenharia e GTM, sexta faz o readout — e vai entender por que o trabalho do operador é rodar ciclos pequenos com riscos conhecidos, não congelar tudo até virar plataforma perfeita.

Leia primeiro (fonte primária)
Os painéis vivos do repositório: docs/weekly-status.html + docs/triage-board.html

Esta lição destila o módulo "Operator Playbook" da Launch Academy e o ancora em arquivos reais do checkout: o status documentado (docs/weekly-status.html), o board P0–P7 (docs/triage-board.html), os planos dry-run de infraestrutura (packages/infra/src/provision.ts) e o comando alembic status (apps/cli/src/commands.ts). Quando uma afirmação é hipótese de produto ou de mercado, ela aparece marcada como hipótese — para ser validada em discovery, nunca anunciada como fato.

01

A grande ideia

Um operador não escreve todo o código nem fecha toda a venda. Ele mantém um sistema operacional semanal rodando: garante que o motor é confiável, escolhe onde apostar, mede a demanda real e fecha o loop com evidência. O produto avança porque o ciclo gira, não porque alguém esperou a perfeição.

O que você vai conseguir fazer
  • Conduzir uma reunião semanal do Alembic sem se perder em detalhes técnicos.
  • Tomar decisões de CEO mantendo fato e hipótese separados, cada um com sua evidência.
  • Priorizar engenharia por impacto em release, trust ou revenue — não por gosto.
  • Definir um dashboard operacional onde toda métrica muda uma decisão.
  • Manter os follow-ups P6/P7 visíveis sem deixá-los bloquear o GTM.
O que assumimos de você
  • Você já entendeu, nos módulos anteriores, o que são tier, gate, Result e o funil — aqui a gente opera isso, não reexplica.
  • Você tem o checkout do Alembic na mão e consegue rodar comandos no terminal.
  • Você não precisa saber tudo do produto: o playbook é justamente o roteiro para não precisar.

Pense num operador como o maestro de uma orquestra pequena. Ele não toca todos os instrumentos. Ele garante que o palco está montado (motor confiável), escolhe a peça da semana (as apostas), ouve a plateia (a demanda) e, no fim do show, anota o que funcionou e o que cortar (o readout). Se ele parar de reger esperando que cada músico fique perfeito, o concerto nunca acontece.

Analogia: o operador troca "esperar a perfeição" por "rodar um ciclo curto toda semana com riscos que ele conhece e aceita".
esperar a perfeição nunca lança rodar ciclos curtos avança a cada semana
A linha reta da "perfeição" nunca cruza a meta; a onda dos ciclos curtos avança um pouco toda semana.

O sistema operacional, em uma frase

O operador roda um loop semanal com quatro responsáveis acoplados: engenharia mantém o motor confiável (gates verdes, invariantes, adapters), o CEO decide as apostas (ICP, oferta, preço, apetite a risco), o GTM mede a demanda (landing, conteúdo, ads, calls) e o produto fecha o loop transformando evidência em próxima aposta. Cada decisão é registrada como suposição com evidência, e cada métrica precisa mudar uma decisão — caso contrário é ruído.

02

A semana do operador

A semana tem uma forma fixa. Cada dia tem um foco e uma pergunta única. Isso é o que impede a reunião de virar uma lista infinita de assuntos.

Infográfico em linha do tempo de segunda a sexta mostrando as cinco estações da semana do operador do Alembic — saúde do motor, revisão de sinais, decisões de CEO, execução de engenharia e GTM, readout — conectadas por setas em um anel, com legenda de cores para engenharia, CEO e mercado.

A semana do operador como um anel: cinco estações, uma pergunta por dia, evidência fechando o loop na sexta.

SEGUNDA Saúde do motor typecheck · build · test TERÇA Sinais opportunity · learning QUARTA Decisões CEO ICP · preço · risco QUINTA Execução eng + GTM SEXTA Readout o que cortar a evidência da sexta vira a aposta da próxima segunda
Cada seta para a direita é o avanço do dia; a curva de volta é o aprendizado que realimenta a semana seguinte.
Antes de revelar — pense

Se você só pudesse fazer uma coisa na segunda-feira, antes de qualquer decisão de produto, o que seria?

Confirmar que o motor é confiável. Rodar (ou agendar) typecheck, build, test e o docs gate, e olhar o worktree sujo. Decisão de produto tomada sobre um motor quebrado é decisão sobre dados falsos — você não sabe se o que "funcionou" funcionou mesmo.

Guarde istoUma pergunta por dia. Segunda: o motor é confiável? Terça: que sinal merece teste? Quarta: qual a aposta? Quinta: o que eu envio? Sexta: o que eu corto?
SEG motor confiável? TER qual sinal testar? QUA qual a aposta? QUI o que envio? SEX o que corto?
Cinco selos, cinco perguntas: a forma fixa da semana cabe em uma faixa.
03

O loop semanal em SVG

A mesma semana, vista como um ciclo de cinco verbos: checar → revisar → decidir → enviar → medir, e então registrar o aprendizado. É um loop, não uma escada: ele recomeça toda segunda.

LOG aprendizado 1 · Checar gates verdes 2 · Revisar sinais / stores 3 · Decidir aposta de CEO 4 · Enviar eng + GTM 5 · Medir funil / readout
Cinco verbos em círculo, com o aprendizado no centro: tudo que você mede vira insumo do próximo "checar".

Toda semana você dá a mesma volta: confirma que a base está sólida, olha os sinais que chegaram, escolhe uma aposta, faz uma coisa de engenharia e uma de mercado, e mede o resultado. O que você aprendeu volta para o começo. Pequeno, repetível, honesto.

O loop mapeia para artefatos reais: checar = pnpm -r typecheck && pnpm -r build && pnpm -w test + docs gate; revisar = ler opportunity/learning stores via alembic status; decidir = registrar suposições; enviar = uma melhoria técnica estreita + um experimento de GTM estreito, mantendo P6/P7 visíveis; medir = comparar funil/manifestos contra o que foi prometido. O readout de sexta consolida e nomeia o que será cortado.

04

As três cadeiras de decisão

Um operador senta em três cadeiras diferentes na mesma semana. Confundi-las é a causa nº 1 de reunião travada: você discute preço (CEO) usando argumentos de cobertura de testes (engenharia). Saiba em qual cadeira você está.

Infográfico comparativo com três colunas — CEO (apostas), Engineering (confiabilidade) e GTM (demanda) — cada uma listando suas decisões próprias, conectadas por uma faixa inferior indicando que o produto fecha o loop entre elas.

As três cadeiras: cada uma decide coisas diferentes, com evidências diferentes — e o produto costura as três.

CEO

CEO — as apostas

CEO ENG GTM

Clique nas abas: a cadeira correspondente acende e o painel mostra o que ela decide e onde isso vive.

A regra que costura as três: registre toda decisão como uma suposição com evidência. "Vamos cobrar R$X" não é fato — é uma hipótese que tem que ser validada no funil. Separe sempre o que você sabe do que você aposta.
05

Arquivos, funções e comandos

O playbook não é abstrato: cada ritual tem um arquivo real para abrir e um comando para rodar. Esta é a tabela que você deixa aberta na reunião.

ElementoOnde olharPor que importaComando ou leitura
Status atualdocs/weekly-status.htmlSnapshot documentado de status e métricas — o ponto de partida da segunda.open docs/weekly-status.html
Triagedocs/triage-board.htmlBoard P0–P7 com os follow-ups ativos; é onde mora o roadmap.open docs/triage-board.html
Stores do runapps/cli/src/commands.tsrunStatus lê os stores de opportunity e learning e conta os registros.alembic status --data-dir .alembic
Infrapackages/infra/src/provision.tsPlanos dry-run para terraform, docker-compose e launchd — sabe o que é host, droplet e CI.sed -n '1,90p' packages/infra/src/provision.ts
Factory.factory/run.tsWorkflow AFK de codificação em tempo de desenvolvimento (uso interno do operador).sed -n '1,120p' .factory/run.ts
weekly-status.html open … commands.ts alembic status provision.ts sed -n '1,90p' … triage-board.html open …
Em cima, o arquivo a abrir; embaixo, o comando a rodar. Nenhum ritual sem um par concreto.
O que o provision.ts realmente faz hoje

As funções terraformPlan, composeUp e launchdLoad existem e são honestamente dry-run: elas montam o argv real (terraform -chdir=terraform plan, docker compose --profile prod up -d, carregar os agents launchd das 02:00/04:00) e registram um plano tipado, marcando a mutação real com // TODO(Pn):. Para o operador isso é ouro: você lê exatamente o que aconteceria antes de qualquer coisa mudar de verdade.

# segunda-feira, em sequência — a saúde do motor antes de qualquer decisão
pnpm -r typecheck && pnpm -r build && pnpm -w test
git status # worktree sujo? algo não foi commitado?

# terça — contar o que os stores acumularam
alembic status --data-dir .alembic

# infra: ler o plano, sem mutar nada
sed -n '1,90p' packages/infra/src/provision.ts
CuidadoNunca anuncie "green" pela memória. Compare o que docs/weekly-status.html afirma com a execução local dos comandos. Documento e realidade divergem — a realidade ganha.
06

Passo a passo da semana

Cinco rituais, um por dia útil. Faça-os na ordem: cada um depende da confiança que o anterior estabeleceu.

Os cinco rituais
1
Segunda — saúde do motor. Rode ou agende typecheck, build, test e o docs gate; inspecione o worktree sujo. O operador precisa saber se a base é confiável antes de tudo.
2
Terça — revisão de sinais. Olhe os stores de opportunity e learning, os verifiedSignals e os manifestos de marketing. Decida quais sinais merecem um teste de GTM.
3
Quarta — decisões de CEO. Escolha ICP, oferta, preço, teto do piloto, apetite a risco e o trade-off do roadmap. Registre cada decisão como suposição com evidência.
4
Quinta — execução eng + GTM. Envie uma melhoria técnica estreita e um experimento de mercado estreito. Mantenha os follow-ups P6/P7 visíveis.
5
Sexta — readout. Resuma a evidência: o que foi enviado, o que quebrou, o que converteu, o que foi aprendido, o que será cortado.
Agora você: pegue a sua semana atual e escreva os cinco rituais como cinco bullets, cada um com o arquivo que você abriria e o comando que você rodaria. Se algum ritual não tem arquivo nem comando, ele provavelmente é vago demais — aperte-o.
Recapitulando o ritmo: confiar no motor (seg) → escolher o sinal (ter) → decidir a aposta (qua) → executar estreito (qui) → cortar com evidência (sex).
07

Roadmap e registro de riscos

O roadmap do operador não é uma lista de desejos. Cada item P6/P7 precisa estar ligado a receita, trust, demo ou risco de release — senão é só vontade.

Item candidato Liga a receita, trust, demo ou risco de release? sim Entra no roadmap (P6/P7) não É wishlist — fica fora
O teste de uma linha que separa roadmap de wishlist: o item muda receita, trust, demo ou risco de release?

O registro de riscos vivo

Manter um risk register é parte do ritual. Os riscos atuais conhecidos do produto giram em torno de pontos que ainda dependem de mundo real:

risco · integração externa
capacidade token rede fail-closed

O CLI real do Higgsfield e o gateway de modelos ao vivo dependem de credenciais e rede — falham fechado quando ausentes. Risco: anunciar capacidade antes do preflight passar.

risco · superfície de produto
tRPC / consoleem construção painel multi-tenantainda não prometer

tRPC/console e privacidade ainda em construção. Risco: prometer um painel multi-tenant antes de a superfície estar pronta.

risco · prova de venda
interesse demanda funil

Falta prova de venda real (case-study fechado). Risco: confundir interesse com demanda — só o funil decide.

risco · confiabilidade do motor
verde local verde CI worktree sujo

Gates verdes localmente ≠ gates verdes no CI. Risco: um worktree sujo escondendo uma quebra. Mitigação: comparar sempre documento × execução.

Hipótese, não fato: os itens acima são leituras de risco de produto/mercado. Eles devem ser revalidados em discovery a cada ciclo — não tratados como verdades fixas.
08

Dashboards que decidem

A regra de ouro do dashboard: se uma métrica não muda uma decisão semanal, ela é ruído. Um bom painel operacional cobre quatro eixos — motor, produto, GTM e finanças.

muda uma decisão? Engineconfiável? Productchegou? GTMdemanda real? Financecusto × receita?
Toda métrica dos quatro eixos passa pelo mesmo filtro central; se não muda decisão, não entra.
decide
Gates verdes no CI (sim/não). Decide se a semana pode prometer "estável" ou precisa de um dia de correção primeiro.
decide
Calls de venda agendadas. Decide se o gargalo é demanda (topo) ou conversão (fundo) — muda onde o GTM investe.
decide
Custo por run. Decide se uma capacidade pode escalar ou precisa ficar founder-gated.
ruído
Total de commits na semana. Não muda nenhuma decisão — atividade não é progresso.
ruído
Estrelas no repositório. Vaidade: não diz nada sobre release, trust ou revenue.
4
eixos do dashboard (engine · product · GTM · finance)
12
métricas sugeridas, ~3 por eixo
5
rituais semanais (seg → sex)
P6/P7
faixas de roadmap ainda ativas
EixoPergunta que a métrica respondeDecisão que ela muda
EngineO motor é confiável esta semana?Prometer estável vs. parar para corrigir.
ProductO que foi enviado de fato chegou ao usuário?Manter a aposta vs. recuar o escopo.
GTMHá demanda real, medida no funil?Onde investir: topo (demanda) ou fundo (conversão).
FinanceQuanto custa rodar e quanto entra?Escalar uma capacidade vs. mantê-la gated.
09

Confusões comuns

Três armadilhas derrubam operadores de primeira viagem. Reconheça-as antes de cair.

mito nº 1
"O roadmap é onde anoto tudo que seria legal ter."
clique para ver a correção
correção
Roadmap não é wishlist. Todo P6/P7 deve ligar a receita, trust, demo ou risco de release. Se não liga, fica fora — vira nota, não plano.
mito nº 2
100%?
"Só lanço quando estiver perfeito e completo."
clique para ver a correção
correção
O operador não espera perfeição. O papel é rodar ciclos pequenos com riscos conhecidos — não congelar até tudo virar plataforma.
mito nº 3
"Quanto mais métricas no dashboard, melhor."
clique para ver a correção
correção
Dashboards precisam de decisão. Se uma métrica não muda a decisão da semana, ela é ruído e deve sair do painel.
DicaQuando a reunião travar, pergunte: "em qual cadeira estamos sentados agora — CEO, Engineering ou GTM?". Quase toda discussão circular é duas cadeiras brigando no mesmo assunto.
10

Exemplo guiado: como eu verifico no código

Antes de anunciar qualquer coisa na sexta, o operador verifica. Aqui está o roteiro de verificação, ritual por ritual.

Verificação de sexta-feira
1
Ver status atual. Compare docs/weekly-status.html com a execução local de pnpm -r typecheck && pnpm -r build && pnpm -w test antes de declarar green.
2
Ver roadmap. Use docs/triage-board.html e o HANDOFF para localizar os P6/P7 restantes e confirmar que cada um ainda liga a receita/trust/demo/release.
3
Ver infra. Abra packages/infra/src/topology.ts e provision.ts para saber o que é host, droplet e CI — e leia os planos dry-run sem mutar nada.
4
Ver stores. Rode alembic status contra o dataDir de um run real para contar os outputs (registros de opportunity e learning), em vez de estimar.
PALPITE "acho que está verde" não passou por nenhum boundary EVIDÊNCIA "3 comandos = exit 0; status: 7 opp / 3 learn" comando rodado + arquivo aberto
O operador converte palpite em evidência fazendo o status passar por um boundary real.
Agora você: escolha um run real (ou crie um pequeno) e rode alembic status --data-dir <seu-dir>. Quantos registros de opportunity e learning ele conta? Esse número é a sua evidência — não o seu palpite.
A regra de evidência
Toda afirmação de status passa por um arquivo aberto ou um comando rodado.

"Acho que está verde" não é um status. "Rodei os três comandos e os três saíram com código 0, e alembic status contou 7 opportunity / 3 learning" é um status. O operador fala em evidência.

11

Recapitulando

Use as setas (ou os botões) para percorrer os seis pontos que sustentam o playbook do operador.

1 · o trabalho

Operar é manter um loop, não esperar a perfeição

O operador roda um sistema operacional semanal: motor confiável → aposta → demanda → evidência. Ciclos pequenos com riscos conhecidos vencem o congelamento.

01

2 · a semana

Uma pergunta por dia

Seg: o motor é confiável? Ter: que sinal merece teste? Qua: qual a aposta? Qui: o que envio? Sex: o que corto? A forma fixa impede a reunião de explodir.

02

3 · as cadeiras

CEO, Engineering, GTM — saiba onde você está sentado

Cada cadeira decide coisas diferentes com evidências diferentes. A maioria das reuniões travadas é duas cadeiras brigando no mesmo assunto.

03

4 · o roadmap

Roadmap não é wishlist

Um item só entra se liga a receita, trust, demo ou risco de release. O risk register é vivo: Higgsfield real, gateway ao vivo, tRPC/console, privacidade, prova de venda.

04

5 · os dashboards

Se não muda decisão, é ruído

Quatro eixos (engine · product · GTM · finance), ~12 métricas. Commits e estrelas são vaidade; gates verdes, calls agendadas e custo por run decidem.

05

6 · a disciplina

Fale em evidência, não em palpite

Compare documento × execução. Toda afirmação de status passa por um arquivo aberto ou um comando rodado: weekly-status.html, triage-board.html, provision.ts, alembic status.

06
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12

Verifique

Três perguntas para confirmar que o playbook ficou de pé. Cada explicação manda você de volta à evidência.

Checagem de conhecimento
1. Por que a segunda-feira começa pela saúde do motor, antes de qualquer decisão de produto?
Se os gates não estão verdes, você não sabe se o que "funcionou" funcionou. Por isso a saúde do motor (typecheck/build/test + worktree) vem antes — é a base de confiança da semana.
2. Qual item PERTENCE ao roadmap do operador?
Roadmap não é wishlist. P6/P7 só entram quando ligam a receita, trust, demo ou risco de release. O resto é nota, não plano.
3. Uma métrica que não muda nenhuma decisão semanal é…
A regra de ouro: se a métrica não muda uma decisão, é ruído. Commits e estrelas são vaidade; gates verdes, calls agendadas e custo por run decidem.
As dez disciplinas do operador
  1. Confirme o motor (gates verdes) antes de decidir qualquer coisa.
  2. Uma pergunta por dia — não deixe a reunião virar lista infinita.
  3. Saiba em qual cadeira você está: CEO, Engineering ou GTM.
  4. Registre toda decisão como suposição com evidência.
  5. Separe sempre o que você sabe do que você aposta.
  6. Roadmap não é wishlist: ligue cada item a receita/trust/demo/release.
  7. Não espere a perfeição: rode ciclos pequenos com riscos conhecidos.
  8. Se a métrica não muda decisão, tire-a do dashboard.
  9. Mantenha um risk register vivo e revalide-o em discovery.
  10. Fale em evidência: documento × execução, sempre.