Módulo 7 · Launch Academy · Laboratórios práticos · transformar entendimento em capacidade
Alembic Launch Academy · Módulo 7 · Visual Course

Laboratórios práticos

Os seis módulos anteriores te deram o mapa. Este te dá a bancada. Aqui você sai do entendimento passivo e entra na fluência: cinco laboratórios sequenciais — modelo mental, prova offline, design de eval, artefato de GTM e memo do operador — cada um exigindo que você toque evidência real do repositório e produza um artefato verificável. A regra é uma só: nada é "pronto" sem prova.

Leia primeiro (fonte primária)
O EVIDENCE-INVENTORY.md desta academia + o checkout local do Alembic

Esta lição é a única do curso onde você faz em vez de só ler. Todo lab é ancorado em docs/alembic-launch-academy/EVIDENCE-INVENTORY.md e nos arquivos reais de /Users/acf/Documents/Projects/appfy/alembic. Quando uma afirmação for hipótese de produto ou de mercado, ela aparece marcada como hipótese — e você a valida em discovery, não no editor.

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A virada do módulo final


Existe uma diferença enorme entre reconhecer uma resposta e conseguir produzi-la com as mãos. Um curso que só explica te deixa no primeiro estado. Este módulo te empurra para o segundo.

O que assumimos de você (muito pouco)
  • Você tem o repositório alembic clonado e consegue abrir um terminal.
  • Você leu — ou pelo menos folheou — os Módulos 1 a 6 desta academia.
  • Você sabe rodar pnpm install e não tem medo de ler um arquivo .ts.
  • Você aceita a regra de ouro: uma afirmação sem prova é só um palpite.
Lembre-se Laboratório não é sinônimo de "commitar código". A maioria destes labs treina leitura, design e operação. Você só altera código quando o lab pedir explicitamente — e mesmo aí, o artefato avaliado costuma ser o teste, não a feature.
Infográfico do circuito dos cinco laboratórios da Launch Academy: um anel LEARN-EXECUTE-VERIFY abraça cinco cartões numerados — modelo mental, prova offline, design de eval, artefato de GTM e memo do operador — cada um com o artefato que entrega.

Os cinco laboratórios formam um circuito: cada estação exige tocar evidência real e devolver um artefato. O anel externo é o loop LEARN → EXECUTE → VERIFY que governa todos eles.

O Alembic, em uma frase do próprio README.md, é o motor agêntico de destilação da Appfy: contratos Zod-first, ETL L0/L-1 e ingestão, adapters de modelo L1, debate L2, funil T0–T3, swarm L3 e harness L4. Você já conhece essas camadas. Agora vai operá-las.

LEARN EXECUTE VERIFY prova?sim → entrega
O loop LEARN → EXECUTE → VERIFY que governa cada lab. Sem prova no boundary real, você não fecha o ciclo — você o repete.
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Objetivos de aprendizagem


Ao terminar este módulo, você será capaz de
  • Construir um modelo mental do monorepo lendo README, package.json e @alembic/contracts em ~20 minutos.
  • Rodar a prova offline (distill hermético, $0) sobre um corpus-fixture e comparar a saída com o FunnelReport esperado.
  • Projetar um eval ausente — escrever o .test.ts que deveria existir para um modo de falha de parser ou de modelo.
  • Produzir um artefato de GTM a partir de um BusinessSignal hipotético, separando fato do repo de hipótese de mercado.
  • Escrever um memo de operador que cruza engenharia, produto, GTM e riscos — com prova anexada a cada afirmação.
  • Avaliar a própria resposta com uma rubrica objetiva de quatro níveis, de claim a prova reproduzível.
onde o esforço dos labs realmente está leitura & design execução de comando 1 teste novo nenhum lab exige editar código de produção
Senioridade no Alembic se mede por leitura, design e prova — não por volume de diff. A barra de código de produção é zero.
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O circuito dos 5 labs


Os labs não são avulsos: eles atravessam o sistema na ordem em que o valor flui — do código bruto à decisão de operador. Leia o circuito antes de começar qualquer um.

trilho do valor: código bruto → decisão Lab 1 Modelo mental call graph Lab 2 Prova offline FunnelReport Lab 3 Design de eval .test.ts Lab 4 Artefato GTM landing+brief Lab 5 Memo operador GO/PIVOT/NO_GO o memo realimenta o próximo modelo mental — o loop nunca fecha de verdade
Os cinco labs em ordem de fluxo de valor. Cada um produz um artefato distinto; o memo final volta a alimentar o ciclo.
Preveja antes de revelar

Dos cinco labs, quantos exigem editar e commitar código de produção para serem concluídos com nota máxima?

Zero, se você for rigoroso — no máximo um arquivo novo. O Lab 1 é leitura; o Lab 2 roda um comando existente; o Lab 3 escreve um teste (arquivo novo, não muda a feature); o Lab 4 e o Lab 5 produzem artefatos de produto/operação. Nenhum exige tocar o código de produção. Isso é proposital: senioridade no Alembic se mede mais por leitura, design e prova do que por volume de diff.
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A bancada: arquivos e comandos


Antes de abrir os labs, conheça as ferramentas que ficam na bancada. Tudo aqui é observado no checkout atual — são os comandos e arquivos que você vai tocar repetidamente.

ElementoOnde olharPor que importaComando / leitura
Baseline verdepackage.json · turbo.jsonTodo lab começa com o monorepo buildando.pnpm install && pnpm typecheck && pnpm build
Suíte de testesraiz do repo · CIA prova final de qualquer mudança.pnpm -w test
Funil offlinepackages/etl/src/pipeline.tsT0 hermético, $0 — o coração do Lab 2.alembic distill <corpus> --offline
Contratospackages/contracts/src/O vocabulário Zod-first; a cintura de modelo.model.ts · domain.ts · registry.ts
Adapterspackages/adapters/src/*.test.tsGuards, roteamento e custo — alvo do Lab 3.pnpm -F @alembic/adapters test
Council / verifierpackages/council/src/*.test.tsScoring, consenso, contrarian e verifier.pnpm -F @alembic/council test
Harnesspackages/harness/src/*.test.tsFunil, bridge, HTTP/SSE e MCP read-only.pnpm -F @alembic/harness test
Swarmpackages/swarm/src/*.test.tsResume, queue, worker, park e monitor.pnpm -F @alembic/swarm test
Marketing factorypackages/marketing-factory/src/Signal → positioning → manifests; base do Lab 4.alembic marketing <signal.json>
Inventário de evidênciadocs/alembic-launch-academy/A fonte de verdade desta academia.EVIDENCE-INVENTORY.md
Cuidado Modo offline é a opção segura. Se você vir fetch failed, o gateway cliproxyapi (127.0.0.1:8317) está inalcançável ou falta o ALEMBIC_CLIPROXY_TOKEN. Para todos os labs, prefira --offline / ALEMBIC_OFFLINE=1: é determinístico, hermético e custa $0.
o comandodistill / marketing --offline → herméticodeterminístico · $0 · seguro online → gatewaycusta · pode falhar fechado
A chave que você liga em todo lab. Offline é a rota padrão: hermética, determinística e $0. Online só quando o lab exigir um backend real.
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Lab 1 · Construir o modelo mental


Objetivo: em ~20 minutos, desenhar o mapa do monorepo sem rodar nada. É o lab de leitura orientada — o músculo mais subestimado de um engenheiro sênior.

Exemplo resolvido — o roteiro de leitura
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Abra README.md e pnpm-workspace.yaml. Liste os workspaces: apps/cli mais os pacotes contracts, adapters, etl, ingestion, council, swarm, harness, marketing-factory, infra e factory.
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Abra packages/contracts/src/. Esse é o centro de gravidade: model.ts (a cintura de modelo), domain.ts e registry.ts. Tudo que cruza fronteira passa por um schema Zod daqui.
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Siga uma dependência: adapters importa contracts; etl importa contracts; harness orquestra os outros. Desenhe as setas — quem depende de quem.
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Anote três invariantes que você consegue provar lendo o código (ex.: "ModelAdapter.run nunca lança", "roteamento é explícito e devolve err sem fallback silencioso", "stores são append-only e content-addressed").
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Agora você: entregue um diagrama de uma página (caixas + setas) e a lista de três invariantes, cada invariante com o arquivo onde você a leu. Sem arquivo, não é invariante — é palpite.
@alembic/contracts model.ts · domain.ts · registry.ts adapters etl council harnessorquestra swarm apps/cli (alembic) marketing-factory toda seta significa "importa o schema de" — contracts é a fonte do vocabulário
O esqueleto que você deveria conseguir reconstruir de memória após o Lab 1: contracts no centro, todos importando dele.
Critério de prova do Lab 1: seu diagrama coincide com a tabela de workspaces do EVIDENCE-INVENTORY.md, e cada invariante aponta um arquivo. Se você não consegue dizer onde leu, volte e leia.
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Lab 2 · Rodar a prova offline


Objetivo: depois de buildar, rodar a destilação offline sobre um corpus de teste e comparar a saída com o FunnelReport esperado. É o lab que transforma "eu acho que entendi o funil" em "eu vi o funil rodar".

Em linguagem de gente: você liga o moedor no modo "sem internet e sem custo", joga um saquinho de café de teste dentro e confere se o que sai pelo outro lado é exatamente o pó que a receita prometia. Se bater, você sabe que o moedor funciona — sem gastar um grão de café de verdade nem um centavo.
Com os termos reais: o pipeline T0 (packages/etl/src/pipeline.ts) caminha pelos .jsonl, exclui Repos/Models e Repos/Prompts, valida cada wiki package, pontua deterministicamente, deduplica por SHA-256 e emite resíduo. Em --offline nenhuma chamada paga acontece (o BudgetGuard nem é exercitado) e a saída é byte-estável. Você compara o FunnelReport emitido com o esperado.
Exemplo resolvido — a sequência hermética
1
Garanta o baseline verde: pnpm typecheck && pnpm build. Sem build, o CLI compilado não enxerga os .d.ts dependentes.
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Aponte para um corpus-fixture do próprio repo (ex.: o fixture de corpus usado pelos testes de ETL) e rode em modo hermético: alembic distill <corpus> --offline.
3
Leia o FunnelReport: quantos itens entraram, quantos foram dedupados por SHA-256, quantos viraram resíduo, quais stores append-only foram tocados.
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Rode alembic status e confira o estado do funil. Depois rode os testes de ETL: pnpm -F @alembic/etl test — eles cobrem o mesmo caminho que você acabou de exercitar à mão.
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Agora você: entregue o FunnelReport colado + uma frase por número ("X itens dedupados porque compartilham o mesmo hash de conteúdo"). Se um número te surpreende, ache no pipeline.ts a regra que o produziu.
# Lab 2 — destilação hermética, $0, determinística
pnpm typecheck && pnpm build

# roda o funil T0 sem rede e sem custo
alembic distill <corpus> --offline

# confere o estado do funil e cruza com os testes
alembic status
pnpm -F @alembic/etl test
corpus.jsonl walk + excluirModels/Prompts validar wikiZod pontuardeterminístico dedupeSHA-256 FunnelReport resíduo (T0) --offline: nenhuma chamada paga · saída byte-estável · BudgetGuard não exercitado
O caminho que o Lab 2 exercita à mão. Cada caixa corresponde a uma etapa de pipeline.ts; o relatório é a prova.
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Lab 3 · Projetar o eval que falta


Objetivo: sem alterar a feature, escrever o teste que deveria existir para um modo de falha — de um parser, de um adapter ou de um caminho de scoring. Pensar como quem quebra o sistema é uma habilidade de design, não de codificação.

Dica Um bom eval mira a fronteira, não o caminho feliz. Pergunte: o que acontece com JSON malformado? Com um tier sem modelo? Com um adapter ausente no registry? Com um erro retryable versus um permanente? Cada pergunta dessas é um teste candidato.

Exemplo resolvido — do modo de falha ao teste
1
Escolha um alvo com fronteira clara. Bom candidato: o roteamento de adapter, que devolve err quando um tier não tem modelo ou o adapter do registry está ausente — e não faz fallback silencioso.
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Formule a asserção como um contrato: "dado um tier vazio, pickAdapter retorna um Result de falha com código tipado — nunca um modelo aleatório, nunca uma exceção".
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Esboce o .test.ts ao lado dos testes reais (packages/adapters/src/*.test.ts): arranje o registry sem o tier, aja chamando o roteador, verifique result.ok === false e o error.code.
4
Rode pnpm -F @alembic/adapters test. Verde quer dizer que o invariante já é garantido; vermelho quer dizer que você achou um gap real de cobertura — anote-o.
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Agora você: entregue um teste (ou três) com nome descritivo + a frase do contrato que ele protege. Bônus sênior: diga qual regressão esse teste pegaria se alguém "consertasse" o erro com um fallback.
// Lab 3 — o eval que falta para o roteamento fail-closed
describe('pickAdapter — fronteira', () => {
  it('devolve err quando o tier não tem modelo (sem fallback)', () => {
    const r = pickAdapter(emptyRegistry, 'T2');
    expect(r.ok).toBe(false);          // nunca um modelo aleatório
    if (!r.ok) expect(r.error.code).toBeDefined();
  });
});
Arrangeregistry sem tier ActpickAdapter('T2') Assertresult.ok === false verde = garantido vermelho = gap real
Arrange–Act–Assert aplicado à fronteira fail-closed. O eval protege o invariante "roteamento explícito, sem fallback silencioso".
Result<T, Error>nunca lança ok: true → datatexto + usage ok: false → errorcode + retryable o eval ramifica em result.ok — falha é valor de primeira classe, não try/catch
O contrato que o seu teste protege: a falha é um valor de primeira classe (ok: false), com código e flag retryable — jamais uma exceção.
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Lab 4 · Produzir o artefato de GTM


Objetivo: a partir de um BusinessSignal hipotético, produzir um conjunto de artefatos de go-to-market — positioning, uma seção de landing e um brief de vídeo — separando rigorosamente fato do repo de hipótese de mercado.

Fronteira fato × hipótese O que a marketing factory faz (transformar signals verificados em positioning, copy, requests de geração e manifests versionados) é fato do repo. Quem é o cliente, qual a dor e qual canal converte são hipóteses — derivadas do código e do objetivo da Appfy, não de pesquisa de mercado externa. Marque cada uma.
Exemplo resolvido — do signal ao manifest
1
Pegue um BusinessSignal mínimo (um JSON fino: um problema e um público hipotéticos). O Lab não inventa um cliente real — ele exercita o pipeline.
2
Rode em modo offline: alembic marketing <signal.json> ($0, Higgsfield fake + templates determinísticos). Leia o AssetsManifest versionado que sai.
3
Acima do manifest, escreva o positioning: para quem, contra qual alternativa, com qual prova. Toda prova precisa apontar um diferenciador observado (contratos tipados, modo offline, guardrails de PII, stores append-only, governança council/verifier).
4
Esboce uma seção de landing e um brief de vídeo curtos. Mantenha o filtro de virality em mente: o pipeline filtra creatives por um ViralityScorer — seu artefato deveria sobreviver a esse filtro.
5
Agora você: entregue positioning + landing + brief, com uma coluna marcando cada linha como [fato] ou [hipótese]. Um artefato sem essa marcação reprova — é como o curso evita vender o que ainda é follow-up.
BusinessSignalverificado copy + GTMpositioning creativesHiggsfield seam ViralityScorerfiltra AssetsManifestversionado offline: Higgsfield fake + templates determinísticos · $0 · manifest byte-estável
O pipeline que o Lab 4 exercita. O ViralityScorer é o gate: seu artefato precisa sobreviver a ele.
cada linha do artefatomarque a fonte [fato] do repoo que a factory faz · com prova [hipótese] de mercadocliente · dor · canal → discovery
A marcação que o Lab 4 exige em toda linha: fato do repo (com prova) versus hipótese de mercado (para validar em discovery). Sem essa coluna, o artefato reprova.
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Lab 5 · Escrever o memo do operador


Objetivo: produzir uma nota semanal de operador que cruza as quatro lentes — engenharia, produto, GTM e riscos — e termina com uma recomendação GO / PIVOT / NO_GO. É o lab capstone: ele exige tudo que os anteriores treinaram.

Exemplo resolvido — a anatomia do memo
1
Engenharia: estado do baseline (typecheck/build/test verdes?), o que mudou, e um risco técnico que você não aceitaria em produção — com o arquivo que o sustenta.
2
Produto: qual capacidade está pronta (fato do repo) versus qual é follow-up documentado (ex.: Higgsfield CLI/OAuth real, consumo FounderOS). Não confunda os dois.
3
GTM: uma oferta concreta (ex.: um piloto de 14 dias), o ICP testável, a métrica que diria se funcionou, e a objeção mais provável.
4
Riscos: os dois ou três riscos P6/P7 que mais te preocupam, cada um com impacto, arquivo-prova e mitigação.
5
Agora você: feche com GO, PIVOT ou NO_GO e uma frase de justificativa por lente. Um memo que recomenda sem citar prova não é memo de operador — é torcida.
Engenharia · prova Produto · pronto vs follow-up GTM · oferta + ICP Riscos · impacto + mitigação Memo do operadorcruza as 4 lentes GO PIVOT NO_GO
O memo capstone funde as quatro lentes numa única decisão verificável. A justificativa por lente é o que separa decisão de torcida.
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Desafios por papel


Os mesmos cinco labs, vistos por seis chapéus diferentes. Escolha o papel que mais te assusta — é onde você mais aprende. Cada card entrega um artefato distinto.

Engenheiro sênior

Trace o distill

Siga a destilação offline do CLI até as stores. Entregue o call graph e três invariantes provados.

artefato → call graph + 3 invariantes citadas
Arquiteto

Mapa de risco P6/P7

Liste os riscos das fases ativas com impacto, arquivo-prova e mitigação para cada um.

artefato → risk map com mitigações
Engenheiro de IA

Proponha evals

Desenhe evals para parsing de JSON tolerante, schema de extração, scoring do council e claims do verifier.

artefato → suíte de evals candidatos
Engenheiro de harness

Console swimlane

Projete um renderer de console que consome o snapshot do bus sem duplicar a lógica do core.

artefato → design de observabilidade
CEO

Decisão de piloto

Escreva um GO / PIVOT / NO_GO para uma oferta-piloto de 14 dias, com métrica e prova.

artefato → decisão fundamentada
Líder de GTM

Kit de lançamento

Produza outline de landing, post de LinkedIn, thread de X.com, teste de Facebook e brief de vídeo Higgsfield.

artefato → kit multicanal
seis chapéus, o mesmo sistema — escolha o que mais te assusta Eng Arq IA Harness CEO GTM cada chapéu entrega um artefato distinto sobre o mesmo Alembic
Os seis papéis não são pessoas diferentes — são lentes que você veste. O chapéu mais desconfortável é o que mais te ensina.

Escolha um lab e rode o roteiro

Os cinco labs, lado a lado, com tier de risco e o artefato esperado. Clique nas abas para alternar.

Lab 1 · Construir o modelo mental

leitura~20 minsem código

Abra README.md, package.json, pnpm-workspace.yaml e @alembic/contracts. Desenhe o mapa de dependências e anote três invariantes, cada um com o arquivo onde você o leu.

Prova → diagrama bate com a tabela de workspaces do EVIDENCE-INVENTORY.md.

Lab 2 · Rodar a prova offline

execução$0 herméticodeterminístico

Depois de pnpm build, rode alembic distill <corpus> --offline sobre um fixture e leia o FunnelReport. Cruze com pnpm -F @alembic/etl test.

Prova → FunnelReport colado + uma frase por número.

Lab 3 · Projetar o eval que falta

design1 arquivo novofronteira

Escreva um .test.ts para um modo de falha (ex.: pickAdapter com tier vazio devolve err, sem fallback). Rode pnpm -F @alembic/adapters test.

Prova → teste com nome descritivo + o contrato que ele protege.

Lab 4 · Produzir o artefato de GTM

produtooffline $0fato vs hipótese

De um BusinessSignal hipotético, rode alembic marketing <signal.json> e escreva positioning + landing + brief, marcando cada linha como [fato] ou [hipótese].

Prova → artefatos com a coluna fato/hipótese preenchida.

Lab 5 · Escrever o memo do operador

operaçãocapstone4 lentes

Cruze engenharia, produto, GTM e riscos numa nota semanal e termine com GO / PIVOT / NO_GO mais uma frase de justificativa por lente, cada uma com prova.

Prova → decisão + uma justificativa citada por lente.

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A rubrica da prova


Toda entrega de lab é avaliada na mesma escada. A pergunta nunca é "ficou bonito?" — é "qual o nível de prova?". Suba até onde der.

Infográfico da escada da rubrica do operador com quatro degraus ascendentes: claim, citação, comando e prova reproduzível, com uma figura subindo a escada carregando o artefato do operador.

A escada da rubrica: uma resposta sênior nunca para no degrau 1. Ela sobe de claim para citação, de citação para comando, e de comando para prova reproduzível.

NívelO que pareceExemplo no Alembic
1 · ClaimAfirmação sem evidência."o funil deduplica" — sem dizer como nem onde
2 · CitaçãoAponta o arquivo da verdade."dedupe por SHA-256, ver packages/etl/src/pipeline.ts"
3 · ComandoCola a saída de um comando real.pnpm -w test → 0; alembic status mostra o estado
4 · Prova reproduzívelQualquer pessoa repete e obtém o mesmo.distill --offline + diff vs FunnelReport esperado
1 · claim 2 · citação 3 · comando 4 · prova suba a escada — não pare na base só afirma aponta arquivo cola a saída qualquer um repete
A mesma escada da tabela, como degraus. Toda entrega de lab deve subir o mais alto que conseguir — idealmente até o degrau 4.
A regra única: uma resposta sênior nunca para no Nível 1. Se você só sabe afirmar, volte ao código até conseguir citar; depois rodar; depois reproduzir.
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Confusões comuns


Quatro tropeços que aparecem toda vez. Reconhecê-los já é meio caminho para não cair neles.

"Lab = commitar código"

Não. A maioria treina leitura, design e operação. Você só altera código quando o lab pede — e quase sempre o artefato é o teste, não a feature.

"Pulei a verificação"

Toda resposta sênior aponta arquivo, comando ou teste que a sustenta. Sem prova anexada, a entrega volta para o Nível 1 da rubrica.

"Marketing não tem rubrica"

Tem. Boa copy para o Alembic precisa de prova, ICP, dor, CTA e métrica — e cada linha marcada como fato ou hipótese.

"Vendi o follow-up como pronto"

O erro mais caro. Higgsfield CLI/OAuth real, consumo FounderOS e o caminho de query vetorial são follow-up documentado, não capacidade entregue. Não os apresente como prontos.

"está pronto" / "deve funcionar"parece progresso volta ao Nível 1 da rubricasem prova = sem progresso a armadilha do claim o antídoto: anexe arquivo → comando → saída reproduzível
A armadilha do claim: afirmar sem provar parece avanço, mas a rubrica te devolve ao Nível 1. O antídoto é sempre anexar a evidência.
Detalhe técnico Um exemplo concreto da fronteira pronto/follow-up: o Alembic constrói índices de embeddings, mas o caminho de query (cosine / topK / rerank) é roadmap; e o MCP HTTP expõe só ferramentas read-only (harness_status, harness_events, harness_lane) — não há ferramenta de start/fanout. Cite a fronteira como ela é.
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Recapitulando em 6 slides


A virada do módulo

Do mapa à bancada

Os módulos 1–6 te deram o mapa. O módulo 7 te dá a bancada: cinco labs que exigem tocar evidência real e devolver um artefato.

O circuito

Cinco labs em fila

modelo mental → prova offline → design de eval → artefato de GTM → memo do operador. Cada um entrega um artefato; o memo realimenta o ciclo.

A escada

De claim a prova

Quatro níveis: claimcitação (arquivo) → comando (saída) → prova reproduzível. Resposta sênior nunca para no nível 1.

A bancada

Offline é o padrão seguro

--offline / ALEMBIC_OFFLINE=1: hermético, determinístico, $0. Se vir fetch failed, é o gateway — caia para offline.

A fronteira

Fato vs follow-up

O que o repo faz é fato; quem é o cliente é hipótese; Higgsfield real e query vetorial são follow-up. Marque cada um — nunca venda o follow-up como pronto.

O fecho

Você agora opera

Se você completa os cinco labs com prova de Nível 4, você não entende o Alembic — você opera o Alembic. Esse era o objetivo da academia inteira.

1 / 6setas

Cartões de memória

Vire cada cartão (clique, ou Enter/Espaço) e tente responder antes de ver o verso. É prática de recuperação — vale mais que reler.

Lab 2
Qual flag torna a destilação hermética e $0?
clique para virar
--offline (ou ALEMBIC_OFFLINE=1). Sem rede, determinística, byte-estável — e o BudgetGuard nem é exercitado.
Lab 3
Por que um eval deve mirar a fronteira, não o caminho feliz?
clique para virar
Porque é na fronteira que os invariantes quebram: JSON malformado, tier sem modelo, adapter ausente, erro retryable vs permanente. O caminho feliz raramente regride.
Rubrica
Quais são os quatro níveis de prova?
clique para virar
Claimcitação (arquivo) → comando (saída colada) → prova reproduzível (qualquer um repete). Nunca pare no nível 1.
Lab 4
No Lab de GTM, o que é fato e o que é hipótese?
clique para virar
Fato: o que a marketing factory faz (signal → positioning → manifests). Hipótese: quem é o cliente, qual a dor, qual canal converte. Marque cada linha.
Lab 5
Quais quatro lentes o memo do operador cruza?
clique para virar
Engenharia, produto, GTM e riscos — convergindo numa decisão GO / PIVOT / NO_GO com uma justificativa citada por lente.
Baseline
Qual o comando que prova qualquer mudança no monorepo?
clique para virar
pnpm typecheck && pnpm build && pnpm -w test. Verde é a porta de entrada de todo lab; sem build, o CLI nem enxerga os .d.ts.
As Dez ideias para levar deste módulo
  1. Reconhecer uma resposta é fácil; produzi-la com as mãos é o que este módulo treina.
  2. Os cinco labs atravessam o fluxo de valor: modelo → prova → eval → GTM → memo.
  3. Lab não é commitar código. A maioria treina leitura, design e operação.
  4. O modo --offline é hermético, determinístico e $0 — sempre o padrão seguro.
  5. Um bom eval mira a fronteira: é lá que os invariantes quebram.
  6. A rubrica tem quatro níveis: claim → citação → comando → prova reproduzível.
  7. Resposta sênior nunca para no Nível 1; sobe até a prova reproduzível.
  8. Em GTM, separe fato do repo de hipótese de mercado — marque cada linha.
  9. Nunca venda o follow-up (Higgsfield real, query vetorial) como pronto.
  10. Cinco labs com prova de Nível 4 = você opera o Alembic, não só o entende.
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Verifique seu entendimento


Três perguntas. Escolha e leia o porquê de cada opção — o feedback ensina tanto quanto a pergunta.

Checagem cumulativa

Acerte as três para fechar a academia. A pontuação aparece abaixo.

1. Qual combinação melhor descreve o que o Alembic é, de fato, hoje?
(b). O fato observado no repo é o pipeline corpus → signal → council/verifier → marketing manifest, com stores append-only, guardrails de PII e budget. (a) e (c) confundem uma peça com o todo — e (a) inclui um "painel em tempo real" que não é capacidade entregue.
2. No Lab 3, você roda o eval e ele fica vermelho. O que isso significa?
(c). Verde significa que o invariante já é garantido; vermelho significa que o comportamento esperado não está coberto — um gap real, que é exatamente o que o Lab 3 pede para você descobrir. Não é o repo quebrado (a) nem redundância (b).
3. Sua entrega de lab afirma "o funil deduplica itens". Em que nível da rubrica ela está?
(a). É só uma afirmação. Para subir: cite packages/etl/src/pipeline.ts (nível 2), cole a saída de distill --offline (nível 3) e mostre o diff contra o FunnelReport esperado (nível 4). (b) salta níveis sem evidência e (c) viola a regra de ouro do módulo.
Acertos: 0/3
Em uma frase, para você mesmo: "Eu consigo rodar o lab ____, e a prova que eu anexaria está no nível ____ da rubrica." Se você consegue nomear o lab e o nível, você está pronto para operar.
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Conclusão da academia & próximos passos


Você chegou ao fim da Launch Academy. Vale parar um instante e ver o caminho inteiro — porque cada módulo era um degrau para chegar aqui, à bancada.

o arco completo da Launch Academy
1 · Source OSo repo 2 · Produtonegócio 3 · Arquiteturaa fundo 4 · IA+Harnessagêntico 5 · LançamentoGTM+SEO 6 · Operadorplaybook 7 · Labsvocê está aqui do código-fonte → à operação real

O que você leva da academia inteira

Você lê o repo como um mapa: contracts no centro, todos importando dele, e sabe nomear três invariantes com o arquivo de cada.
Você prova em vez de afirmar: roda o funil offline, compara com o relatório esperado e anexa a saída a cada claim.
Você pensa em fronteiras: projeta o eval que falta e distingue um gap de cobertura de um falso positivo.
Você vende com honestidade: produz GTM marcando fato versus hipótese e nunca apresenta follow-up como pronto.

Checklist de domínio

Marque cada item que você consegue fazer sem depender de explicação externa. O progresso fica salvo neste navegador — é o seu termômetro de fluência.

Próximos passos

Saindo da academia para a operação
1
Hoje: rode o Lab 2 de verdade no seu checkout. Cole o FunnelReport em algum lugar — é a sua primeira prova de Nível 4.
2
Esta semana: escolha o papel que mais te assusta na seção "Desafios por papel" e entregue o artefato dele, avaliado pela rubrica.
3
Recorrente: adote o memo do operador (Lab 5) como um ritual. Uma nota por semana cruzando as quatro lentes mantém engenharia, produto e GTM honestos entre si.
4
Sempre: antes de dizer "pronto", suba a escada da rubrica. Se você não consegue reproduzir, ainda não está pronto.
Você foi o aluno em sete módulos; agora seja o operador. Volte ao índice da academia sempre que precisar reabrir um módulo — e use esta página como sua bancada toda vez que for transformar um entendimento novo em capacidade provada. A academia termina; a prática começa.